quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015


CONTEÚDO: cores - primárias e secundárias
PÚBLICO ALVO: educação infantil
DESENVOLVIMENTO: fornecer uma folha sulfite com três círculos alinhados na parte superior e outros três alinhados na parte inferior. No primeiro círculo superior, acrescentar um pouco de tinta amarela, a qual deve ser espalhada com o dedo. Sucessivamente, com azul no segundo e vermelho no terceiro. Na etapa seguinte, acrescentar um "pingo" de tinta amarela e um "pingo" de tinta vermelha no primeiro círculo da segunda linha, e orientar a criança a esparramar. À medida que as cores se misturam, dão origem a uma nova cor: alaranjado. Assim sucessivamente com amarelo e azul no segundo círculo inferior (para formar o verde), e azul com vermelho no terceiro, dando origem ao roxo.

CONTEÚDO: cores - primárias e secundárias; noções práticas de simetria.
PÚBLICO ALVO: educação infantil e anos iniciais
DESENVOLVIMENTO: fornecer a cada criança uma folha sulfite vincada ao meio. Na lateral direita, acrescentar porções de tinta guache nas cores primárias (azul, amarelo, vermelho). Na sequência, solicitar à criança que dobre o lado esquerdo da folha sobre o direito, pressione levemente em movimentos circulares e abra novamente. As cores de tinta estarão misturadas e novas cores terão surgido a partir disso (cores secundárias, diga-se). É importante observar também que ambos os lados estarão iguais a partir de um eixo central, caracterizando a simetria.
 CONTEÚDO:  cores neutras (preto e branco).
PÚBLICO ALVO: educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental.
DESENVOLVIMENTO: fornecer a cada criança um papel com três espaços delimitados (círculos ou quadrados, por exemplo). Em cada espaço, acrescentar uma porção de tinta (a mesma cor em cada um deles). Solicitar e espalhem a tinta do primeiro espaço. Em seguida, acrescentar tinta branca em igual proporção no segundo espaço, e ao espalhar misturando a tinta, observem o efeito produzido (clareamento). Por último, no terceiro espaço, acrescentar uma pequena porção de tinta preta, e igualmente observar o efeito produzido quando da mistura (escurecimento).

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Mula-sem-cabeça

A Mula-sem-cabeça é uma lenda do folclore brasileiro. A mulher que fez algum mal se transforma em mula-sem-cabeça, como castigo, na noite de quinta para sexta-feira. No passado, diziam que "mulher que namorasse padre" tinha esse destino. Sai pelos campos soltando fogo pelas ventas e relinchando, apesar de não ter cabeça. Seu encanto, segundo a lenda, somente será quebrado se alguém conseguir tirar o freio de ferro que carrega. Em seu lugar, aparecerá uma mulher arrependida.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Lenda Bumba-meu-boi

Bumba-meu-boi
  Em uma fazenda com muitos animais vivia também um boi muito bonito que era querido por todos, principalmente por seu dono, que o adorava. Com o dono do boi, trabalhava Negro Francisco. Sua esposa estava esperando um bebê.
  Um certo dia ela ficou com desejo de comer língua de boi, do boi mais bonito da fazenda, o boi de seu patrão. O Negro Francisco foi atrás do boi pegar a sua língua, pois não queria que seu filho nascesse com cara de língua.
  Quando o fazendeiro descobriu, mandou os índios que moravam em suas terras, caçarem Negro Francisco que, assustado, saiu correndo ao encontro do pajé para pedir ajuda. O pajé conseguiu fazer com que o boi ficasse vivo e tivesse sua língua novamente, deixando todos muito surpresos, inclusive o dono do boi.
  Muito felizes porque
Catarina comeu a língua e o boi ainda estava forte e bonito como sempre, todos fizeram uma grande festa para comemorar.

 

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

workshop de dobradura

       Explorando o folclore por meio da dobradura, propiciamos aos professores de Arte(como eu!) de Marechal Cândido Rondon, um momento destinado a aprofundarem seus conhecimentos a respeito do folclore brasileiro, explorando as principais lendas brasileiras e, especialmente, desenvolvendo o passo a passo da dobradura de alguns de seus personagens.



     





       O encontro realizou-se nas dependências da Escola Municipal Antonio Rockenbach("minha"escola!), sendo a oficina por mim dirigida, contando com o apoio da direção do educandário e da SMED(Secretaria Municipal de Educação), e a participação de19 professores de Arte de nosso município.


quarta-feira, 18 de agosto de 2010

CURUPIRA



CURUPIRA
   Tipicamente  da  floresta , o Curupira é um anão, cabelos compridos , ruivos, cuja característica principal são os pés virados para trás, ou seja, os calcanhares para frente. Este defeito lhe é especialmente útil para uma de suas maldade prediletas: fazer pessoas perdidas na mata seguir-lhe as pegadas que, afinal , não levam a lugar nenhum. Para atrair suas vítimas, ele, às  vezes, chama as pessoas com gritos que imitam a voz humana.  Para que isso não aconteça, caçadores  e lenhadores costumam suborná-lo com iguarias deixadas em lugares estratégicos.
   O  Curupira, distraído  com tais oferendas, esquece-se de suas artes e deixa de dar suas pistas falsas e de seus chamados enganosos, imitando a voz humana.
  É também chamado  de  Pai  ou Mãe-do-Mato, Curupira e Caapora. Para os índios guaranis ele é o  Demônio da Floresta.  Às vezes é visto montando um Porco do Mato.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

LENDA "BOTO COR DE ROSA"


Boto cor-de-rosa
        De acordo com a lenda, um boto cor-de-rosa sai dos rios nas noites de festa junina. Com um poder especial, consegue se transformar num lindo jovem vestido com roupa social branca. Ele usa um chapéu branco
 para encobrir o rosto e disfarçar o nariz grande.  Com seu jeito galanteador e falante, o boto aproxima-se das jovens desacompanhadas, seduzindo-as. Logo após, consegue convencer as mulheres para um passeio no fundo do rio, local onde costuma engravidá-las. Na manhã seguinte volta a se transformar no boto.  

quarta-feira, 21 de julho de 2010

LENDA "A ONÇA E AS ESTRELAS"...dobradura de onça, estrelas, índio...

A onça e as estrelas
Certa vez, as mulheres de uma tribo saíram pela mata em busca de espigas de milho. Nada encontraram. Voltaram à aldeia e pegaram algumas crianças – curumins, como são chamadas pelos índios –, pois tinham certeza de que a presença delas lhes trariam sorte. Dito e feito. Os pequenos logo encontraram um lindo milharal. Enquanto as mães colhiam as espigas, os curumins voltaram à aldeia e pediram à avó que lhes fizesse um bolo de milho. Comeram até se fartar. Então, com medo de que as mães reclamassem de tanta gulodice, resolveram se esconder. Pediram aos colibris que amarrassem um cipó no topo do céu e começaram a subir.
Ao descobrirem a travessura, as mães não tiveram dúvida: começaram a subir atrás deles, mas eles cortaram o cipó e as índias caíram no chão. A partir desse momento, nada mais foi como antes: as mães não eram mais mulheres, e sim onças. E os curumins, lá no alto do céu, viraram estrelas brilhantes.